Elixir – Hillary Duff



Edição: 1
Editora: Editora Moderna / Editora ID
ISBN: 978-85-16-07071-7

Ano: 2011
Páginas: 280
Título original: Elixir

Não tem como começar a escrever sobre a minha experiência com esse livro sem falar dos pensamentos que me rodearam antes de abrir e ler se quer uma palavra.
Soube do livro em 2011 mesmo, e imediatamente pensei: ela atua, canta bem, compõe músicas, mas será que sustenta um livro inteiro? Não pode ser. A editora só pode estar fazendo essa divulgação toda porque quem escreveu é famosa – motivo pelo qual tem uma foto gigantesca da Hillary no verso.
Pois é, esse preconceito todo fez com que eu deixasse o livro na estante durante exatos dois anos. Comprei na bienal passada que teve aqui no Rio de Janeiro.
Até que chegou o momento dele.

Primeiras impressões:
Já tinha reparado que deram uma boa atenção para a produção dele, principalmente ao que se refere a diagramação. Em toda abertura de capítulo há uma impressão da mesma flor da capa em preto e branco. Já a capa tem uma textura bem delicada e parece realmente com a de uma flor, – provavelmente foi a intenção – e a imagem combina perfeitamente com a estória.
Com o livro na mão para começar a leitura reparei no rodapé da página: Best-seller do The New York Times. Meu último pensamento antes de abrir o livro foi: Opa! Não tinha visto isso antes, alguma coisa deve ter de interessante.
Então vamos ao que interessa:
Clea Raymond é rica, famosa por ser filha de pais políticos, e apesar de frequentar os lugares mais badalados da High Socity, não tem muitos amigos. Apenas dois se destacam: Ben e Rayna. Ambos conheceram Clea por causa dos pais. O primeiro foi contratado para ser seu consultor internacional e Rayna é filha da “tratadora de equinos” da sua mãe.
Clea sofre um abalo emocional muito forte e quando começa a se recuperar, coisas estranhas passam a acontecer. Há segredos ocultos em suas fotografias e em seus sonhos, e na busca pelas respostas, ela percebe que tem várias pessoas próximas envolvidas nesse mistério.
Uma história que envolve passado, presente e premonição.
A narrativa em primeira pessoa é envolvente e eu fiquei sem folego até a antepenúltima página – quando percebi que havia poucas páginas para muitos acontecimentos que ainda poderiam ocorrer. Essas três últimas páginas foram um tormento para mim porque eu não queria acreditar que o livro estava acabando.
Ou seja, algumas coisas não se resolvem nesse livro.
Hoje dou graças a Deus por existir Devoção – a continuação de Elixir. Já quero ler!
Conclusão:
Tiro meu chapéu para a atriz, cantora, compositora, e sim, escritora Hillary Duff, pois ela me surpreendeu de verdade com uma linguagem descritiva dos lugares que os personagem passaram – o que deixou claro um alto nível de conhecimento sobre eles.

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4 comentários sobre “Elixir – Hillary Duff

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