Disputa de Edições: A Menina Que Roubava Livros

Oi pessoal, tudo bem com vocês?
Há pouco tempo foi divulgado a capa do livro A Menina Que Roubava Livros, inspirada no filme de mesmo nome, que estreará nos cinemas em 17 de janeiro de 2014.
Quem já acompanha aqui, há um tempinho, sabe que sou super fã do Markus Zusak, e esse livro foi o primeiro que li dele, mas já faz anos. Por isso não tem resenha dele aqui, mas vocês podem conferir a de outro: Eu sou o Mensageiro que também amei! <3 
A Menina Que Roubava Livros voltou a ser bastante comentado depois que foi divulgado a adaptação para o filme, mas se vocês ainda não estão muito por dentro do que o livro trata, leia a sinopse abaixo, e veja o perfil dele no skoob, e claro, não deixem de ler, pois é ótimo! Já deve estar óbvio que eu li a edição original, mas não custa nada falar.. rs.. e eu a adoro! Acho super fofa! *-*
A nova capa segue o estilo dos cartazes do filme, e traz a personagem principal Liesel Meminger, interpretada pela atriz Sophie Nélisse.

Vamos a disputa!! A votação ficará aberta até dia 23 desse mês, quando sairá o resultado.

Sinopse

A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler.

Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade.

A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto – e raro – de crítica e público.

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Se você ainda não viu o resultado da última disputa que foi entre as edições do livro A Hospedeira, de Stephenie Meyer, confira clicando aqui. :)
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31 comentários sobre “Disputa de Edições: A Menina Que Roubava Livros

  1. Amo taaanto o Zusak. E “A Menina que roubava livros”, com certeza, é um dos meus preferidos também, Thaysa! ;-)
    Voto na capa tradicional por dois motivos: primeiro pq, particularmente, não curto capas iguais do filme e segundo pq essa capa com o guarda-chuva vermelho é um símbolo da história.
    Beijão!!! :-)

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  2. Oi flor…
    Eu não consegui ler esse livro, desisti nas primeiras páginas, mas confesso que estou curiosa para assistir o filme. Eu não gosto da capa original e confesso que não sou de mudarem as capas dos livros por causa das adaptações, mas enfim… olhando assim de perto, tenho que dar o meu braço a torcer, pois a capa do livro referente ao filme ficou bem melhor, mas é somente a minha opinião rsrsrsrrsrs

    http://minhasescriturasdih.blogspot.com.br/

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  3. Acho que pela primeira vez em uma disputa como essa tive dificuldade em escolher a melhor. Costumo sempre votar na capa original, mas a capa do filme também é muito bonita. Acho que se não tivesse lido o livro (que é fantástico, como você bem lembrou) escolheria a nova, mas por saber o sentido da original fica impossível escolher outra.
    Ótima disputa!

    Beijos,
    Ricardo – http://www.overshockblog.com.br

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